Concessão de bolsas de estudo no exterior visa a formação de especialistas em engenharias renováveis, petróleo e gás

Programa Ciência Sem Fronteiras .

O governo federal lançou oficialmente nesta terça-feira (26/7), em Brasília, o programa Ciência Sem Fronteiras, que tem como meta conceder 75 mil bolsas de estudo no exterior a jovens brasileiros para o desenvolvimento de áreas como ciência, tecnologia e inovação. A prioridade da iniciativa será a formação em engenharias e outras áreas tecnológicas; outros setores focados serão petróleo, gás, carvão mineral, energias renováveis e nuclear.

Das 75 mil bolsas que devem ser oferecidas, 27,1 mil serão para graduação; 43,2 mil para doutorados e pós doutorado; outras 3,3 mil serão para estágios senior e treinamento de especialistas de empresas fora do país. Além disso, outros 25 mil brasileiros devem participar do programa custeados pela iniciativa privada. Os recursos federais para alcançar os objetivos serão de R$3,16 bilhões.

“O programa é um esforço do Estado brasileiro para dar um salto quântico na formação de uma elite científica, tecnológica e nas engenharias que permite ao Brasil avançar com sustentabilidade em direção à inovação, à competitividade e à liderança empresarial em setores estratégicos”, afirmou o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, em evento no Palácio do Planalto.

Serão contemplados os estudantes com produção científica diferenciada, alunos premiados em olimpíadas científicas e que já tenham completado no mínimo 40% e no máximo 80% dos créditos necessários para obtenção do diploma. O governo afirma que os estudantes e pós-doutores serão treinados nas melhores instituições disponíveis, escolhidas com prioridade para as 50 mais bem classificadas nos rankings da Times Higher Education e QS World UniversityRankings.

Para a presidente Dilma Rousseff, é preciso reconhecer que há falhas e fraquezas na formação de ciências exatas, engenharias e saúde. “Se a gente as reconhece, damos um passo para o fortalecimento. Essa iniciativa é fundamental para o futuro”, disse. Dilma destacou que o programa ajudará a suprir a carência de engenheiros nos projetos de infraestrutura e pesquisa do País.

Informação de: Jornal da Energia

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