Queimar palha significa perder energia elétrica

Desperdício prejudica a cogeração de energia.

Segundo Bruno Covas, secretário de Meio Ambiente de São Paulo, a indústria canavieira desperdiçou na última safra 32 milhões de toneladas de palhas, insumo que a exemplo do bagaço da cana de açucar, é altamente viável para o uso na cogeração de energia elétrica.

O potencial de geração de energia com essas sobras seria suficiente para criar um parque de geração com capacidade de 3.800 MW, quase a energia assegurada de Belo Monte, ou quase o mesmo que as duas usinas em construção no Rio Medeira (RO), Jirau e Santo Antônio.

A Secretaria de Meio Ambiente informou que o governo de São Paulo está discutindo fórmulas de incentivo econômico para destravar investimentos para cogeração e uso desse combustível hoje jogado fora. “Hoje, o problema é econômico. Não há estímulo para investir no recolhimento da palha, e é isso que está sendo discutido”, diz Covas.

Na safra passada, o corte mecanizado da cana alcançou 55,6% dos canaviais, ou 2,6 milhões de hectares. Mas, pela primeira vez desde o lançamento do protocolo, houve aumento da área de cana queimada.

Na safra 2009/2010, o setor canavieiro queimou 1,91 milhão de hectares. Na safra 2010/2011, a queima atingiu 2,10 milhões de hectares. Até 2009, o número só caía.

Informação de: BIOMASSA BR

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