Radioatividade liberada no Japão pode ultrapassar a de Tchernobil

Classificação na escala Ines ainda é provisória

O Japão elevou nesta terça-feira (12/04) de 5 para 7 o nível de alerta na central atômica de Fukushima, caracterizando a situação de “catástrofe nuclear”. Segundo a Escala Internacional de Eventos Nucleares (Ines, do inglês), criada depois a catástrofe na Ucrânia para medir a intensidade de acidentes nucleares, 7 é o nível máximo e só foi aplicada até agora após o acidente nuclear de Tchernobil, há 25 anos.

O porta-voz da agência japonesa de segurança nuclear disse tratar-se de uma classificação provisória e que a avaliação final deverá ser feita pela Agência Internacional de Energia Atômica. Aumentar o nível de magnitude do acidente para 7 significa admitir que a radioatividade tenha fortes consequências sobre a saúde e o meio ambiente.

No entanto, a radioatividade liberada em Fukushima corresponde a apenas 10% do irradiado em Tchernobil, segundo a Agência de Segurança Nuclear do Japão. Para medir o nível de radioatividade são analisadas quantidades de iodo 131 e césio 137 liberadas.

Informação de: DW-World

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