Adição de nanopartículas melhoram desempenho do biodiesel

Melhoramento e redução de emissão do biodiesel

Um estudo divulgado pelo Journal of Renewable and Sustainable Energy mostra que a adição de nanopartículas de óxido de alumínio melhora o desempenho e a queima do biodiesel, reduzindo as emissões nocivas. Segundo o professor R. B. Anand, do Instituto Nacional de Tecnologia da Índia, na cidade de Tiruchirappalli, isso se deve à alta relação volume/superfície dessas partículas.

Anand e o co-autor da pesquisa, J. Sadhik Basha, compararam o biodiesel de pinhão-manso puro com emulsões à base do mesmo combustível e 15% de água, com e sem a adição das nanopartículas, nas proporções de 25, 50 e 100 partes por milhão. Além de melhorar a performance do biodiesel, o combustível com micropartículas produziu quantidades  significativamente menores de óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono e criou menos fumaça.

Os pesquisadores agora testam outros tipos de nanopartículas, incluindo nanotubos ocos de carbono, e investigam os efeitos de nanoaditivos para lubrificação de motores e sistemas de refrigeração. Um obstáculo à aplicação desse tipo de nanotecnologia é o alto custo de produção das partículas. Anand adverte ainda que as nanopartículas devem ser usadas com cautela, porque tendem a penetrar no organismo humano.

Informação de: Biodiesel BR

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