Aumento na tarifas de energia atinge PR

O jornal Gazeta do Povo destacou uma notícia no caderno Economia sobre reajuste de tarifas de Energia em municípios atendidos por algumas companhias elétricas como a CJE – Companhia Jaguari de Energia; CLFM – Companhia Luz e Força Mococa; CPEE – Companhia Paulista de Energia Elétrica; CPFL Sul – Companhia Sul Paulista de Energia e CFLSC – Companhia Luz e Força Santa Cruz. Dentre os municípios afetados, se encontram os municípios paranaenses do Norte Pioneiro, Jacarezinho, Barra do Jacaré e Ribeirão Claro. Veja a notícia completa:Consumidores de distribuidoras de energia que abastecem o interior dos estados de São Paulo e da Paraíba e municípios de Minas Gerais, do Paraná e do Espírito Santo tiveram as tarifas reajustadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os índices de reajustes variam de 6,45% a 19,26%.

No interior de São Paulo, em três municípios de Minas Gerais e nos municípios paranaenses deJacarezinho, Barra do Jacaré e Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro, os índices de reajustes começam a ser aplicados nas contas de luz a partir da próxima quinta-feira (3).

Nesse caso, o reajuste acontecerá para os consumidores atendidos pelas seguintes distribuidoras de energia elétrica: Companhia Jaguari de Energia (CJE); Companhia Luz e Força Mococa (CLFM); Companhia Paulista de Energia Elétrica (antiga CPFL Leste Paulista); Companhia Sul Paulista de Energia (CPFL Sul Paulista) e Companhia Luz e Força Santa Cruz (CFLSC).

Na Paraíba, o reajuste acontecerá para 165 mil unidades consumidoras da região de Campina Grande e arredores, no interior da Paraíba, que são atendidos pela Energisa Distribuidora de Eletricidade S/A (EBO). Nesse caso, o reajuste acontecerá a partir de sexta-feira (4).

No Espírito Santo, as novas tarifas entrarão em vigor no dia 7 de fevereiro para 89 mil unidades consumidoras de 11 municípios atendidos pela concessionária Luz e Força Santa Maria S.A (ELFSM).

De acordo com a Aneel, ao calcular os índices de reajuste, a agência disse considerar a variação de custos que a empresa teve no decorrer do período de referência. A fórmula de cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o IGP-M e o Fator X, e outros custos que não acompanham necessariamente o índice inflacionário, como energia comprada de geradoras, encargos de transmissão e encargos setoriais, diz a agência.

Fonte: Gazeta do Povo

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Sobre Lincoln Herbert

Professor de Tecnologia da Informação.
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