Gás natural e energia elétrica tendem a ficar mais acessíveis e baratos

Ministro Zimmermann. Foto: Antonio Cruz/ABr

A nova Lei do Gás, sancionada em março do ano passado, regulamentará o transporte, a estocagem, o processamento e a comercialização do gás natural no país, segundo afirmou o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, no programa Bom Dia Ministro desta quinta-feira (23/9).

Zimmermann explicou que, com a Lei, a contratação da construção e operação dos gasodutos passa a ser concessão por meio de licitação, com o objetivo de aumentar a competição e a modicidade tarifária.

“O Brasil, de país altamente importador, vem abrindo perspectivas muito importantes em relação ao gás natural. Nós temos hoje cerca de 9 mil quilômetros de gasodutos e precisamos muito mais. O marco vai permitir que essa expansão faça com que o gás se torne mais comum em diversas regiões do país, e é claro que isso vai impactar em preços mais acessíveis”, disse.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista.

Arquivo mp3

Em relação à energia elétrica, o ministro afirmou que as tarifas ficarão mais baratas e que isso será mais perceptível para a população a partir do momento em que o retorno financeiro das usinas hidrelétricas superar o valor investido. A partir de então, a operação dessas usinas necessitará de poucos investimentos e isso refletirá nos preços cobrados ao consumidor final.

“A busca permanente de competição nos leilões, a busca pelas fontes mais baratas, a busca permanente para trabalhar a questão tributária no Brasil, de forma que reduza, isso vai fazer o Brasil atingir a meta, vai trazer desenvolvimento econômico e social para as regiões, para toda uma população carente, e vai trazer junto com isso uma menor tarifa”, afirmou.

Segundo Zimmermann, diferentemente do que muitos pensam, as tarifas de energia no Brasil não estão entre as mais caras do mundo. “O Brasil tem uma tarifa que está em condição intermediária em relação a outros países. Até porque países em desenvolvimento têm de implantar maior infraestrutura e, ao mesmo tempo, corrigir distorções econômicas e sociais”, disse.

Ele acrescentou que os investimentos em hidrelétricas permitem custos menores de geração. “Uma usina como Belo Monte tem um custo de R$ 70 o megawatt-hora (MWh). É quase dez vezes mais barata do que uma usina a óleo, que produz energia a um custo entre R$ 600 e R$ 700 por MWh. Portanto, quando priorizamos fontes mais baratas, como as hidrelétricas, estamos exercendo uma política que visa a redução de preços, ainda que a médio prazo”, argumentou.

Fonte: blog.planalto.gov.br

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Sobre Lincoln Herbert

Professor de Tecnologia da Informação.
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