Copel prevê investir R$ 350 milhões até 2014 para reforçar sistema elétrico da Capital Paranaense

Copel/Divulgação

Nova subestação no bairro Santa Cândida está em fase de conclusão.

Até 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, Curitiba muito provavelmente já terá se tornado a primeira capital brasileira a ter um sistema de distribuição de energia elétrica totalmente automatizado, com intensa aplicação de tecnologias Smart Grid (redes elétricas inteligentes) e grande disponibilidade de recursos de informática.

A idéia da Copel é fazer de Curitiba uma verdadeira “cidade digital”, transformando-a não só numa referência nacional em disponibilidade e confiabilidade de energia elétrica, mas, também, utilizando os recursos de conectividade da Copel Telecomunicações para dar sustentação às soluções de Smart Grid e de acesso à internet.

Os projetos — alguns já executados e outros em fase de elaboração de projeto e estudos — prevêem investimentos totais estimados em R$ 350 milhões no período 2010 até 2014. Eles resultarão em significativo impulso à qualidade dos serviços e à capacidade de atendimento da Companhia, tanto no sistema elétrico quanto no de telecomunicações.

O programa de obras da Copel está sendo formulado de maneira articulada com outros agentes da administração pública, sob a coordenação da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano — Sedu. As ações previstas destinam-se a expandir, modernizar e reforçar o sistema elétrico que atende Curitiba e sua Região Metropolitana com vistas aos jogos do Mundial de 2014. “Sabemos do grande objetivo do governador Orlando Pessuti para que nada falte nem falhe no Paraná durante a Copa”, informa o presidente da Copel, Ronald Ravedutti. “A Companhia está atenta e preparada para executar sua parte no grande esforço para adequar a infra-estrutura dessa região para o Mundial mas pensando primordialmente em beneficiar toda a população, colocando à sua disposição serviços elétricos cada vez melhores e mais eficientes”.

As obras

No decorrer dos próximos anos, a Copel irá automatizar todas as chaves de operação e religadores automáticos instalados nos cerca de 200 circuitos alimentadores que abastecem as 650 mil unidades consumidoras atendidas em Curitiba, gerando como conseqüência redução no número de interrupções no fornecimento de energia e abreviando o tempo necessário ao restabelecimento dos serviços após tais ocorrências.

Além disso, a programação de obras da Companhia até o ano de 2014 prevê a construção de 700 km de novas redes elétricas compactas e, ainda, a substituição de 900 km de redes convencionais existentes pelas do tipo compacto, que opera com cabos semi-isolados. Comparativamente às redes elétricas convencionais, as do tipo compacto são mais confiáveis, pois resistem sem desligar à maior parte de eventos como o toque de galhos de árvores — a principal causa de desligamentos acidentais nos circuitos da Copel.

Subestações

Também está nos planos da Companhia totalizar a construção de dez novas subestações transformadoras de energia automatizadas em Curitiba e cidades vizinhas, oferecendo à população um expressivo reforço na disponibilidade de energia elétrica para o consumo e significativo ganho nos níveis de qualidade e confiabilidade dos serviços.

Dessas subestações, duas já estão em funcionamento (Campina do Siqueira e Xaxim), uma está em fase final de obras (Santa Felicidade) e sete estão sendo projetadas: Novo Mundo, Bairro Alto e Jardim das Américas, em Curitiba, mais Distrito Industrial de São José dos Pinhais, Almirante Tamandaré, Afonso Pena e Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana. “A construção de uma nova subestação urbana significa operar circuitos alimentadores mais curtos e com menos unidades consumidoras ligadas a cada um deles”, explica o presidente Ronald Ravedutti. “Dessa forma, na eventualidade de um circuito desligar em conseqüência de um temporal, por exemplo, menos domicílios serão afetados e por um tempo menor, já que numa linha mais curta o trabalho para localizar, identificar e reparar o problema é mais rápido”.

Além das dez subestações mencionadas, a Copel já deu início ao processo para aquisição de seis novas subestações móveis, que serão estrategicamente distribuídas pelo Estado. Os equipamentos vão ser utilizados em situações de emergência ou para formar redundâncias, ficando como reserva disponível nas ocasiões em que houver necessidade de garantia e confiabilidade extrema.

Subterrânea

Paralelamente ao seu programa para modernizar, ampliar e melhorar o sistema de distribuição de eletricidade que atende a Capital e regiões vizinhas, a Copel segue avaliando e negociando com a Prefeitura Municipal de Curitiba projetos para a substituição das redes aéreas de distribuição por redes subterrâneas em alguns pontos da cidade.

Estão em análise obras desse tipo na Avenida Visconde de Guarapuava, Avenida Batel (no trecho entre a Rua Desembargador Motta e o Colégio Marista, no bairro Seminário), Alameda Carlos de Carvalho (no trecho entre as ruas Desembargador Motta e Francisco Rocha) e na Avenida Manoel Ribas, em Santa Felicidade, na região dos restaurantes.

Fonte: Copel Notícias

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Sobre Lincoln Herbert

Professor de Tecnologia da Informação.
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